A água da pedra escorre e transforma a pedra numa parede negra em movimento.
A pedra com água deixa espelhar o céu e ganha a cor do Tejo.
Quando há vento, os bambus tocam-se, trazendo som e movimento ao terraço.
As trepadeiras são madressilva, jasmim e bougainvillea, e vão dando cor e cheiro ao longo do ano.
As paredes são encarnadas sangue-de-boi para que o reflexo do sol não incomode os olhos e deixe ao longe a silhueta da Arrábida distinguir-se.
Ficha Técnica - Arquitectos Paisagistas
Coordenação de Projecto:
Cristina Castel-Branco
Assistência de Projecto:
Maria Matos Silva
Área: 15 m2
Estado: Construído
Data: 2006








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